terça-feira, 5 de julho de 2011

COVARDIA

   Fiquei sabendo que um campista cumpridor de seus deveres, pagador dos muitos impostos e taxas – inclusive o absurdo da taxa de iluminação - que investe no município, ficou desesperado quando soube que a filha perdeu a bolsa de estudo que tinha para fazer a faculdade de medicina. Ele buscou explicações para o corte, mas foi enrolado e nenhuma explicação foi-lhe dada de forma satisfatória.
      Depois de muito buscar o motivo, chegou a conclusão que é pelo fato de ele como pai estar fazendo parte da oposição e estar frequentando o grupo político intitulado Frente Democrática, que faz oposição sistemática ao desgoverno municipal da nossa Campos Formosa Intrépida. Conhecendo muito bem, e de perto, a fúria dos políticos que comandam a cidade, o pai entrou em pânico pois não teria como pagar a faculdade da filha.
       Sabendo o que o poder queria, não teve outra alternativa se não se humilhar e pedir para que fosse revisto o corte da bolsa de estudo da filha. O pedido naturalmente foi aceito e a filha dele voltou a ter o benefício. Mas porém, contudo, no entanto e entretanto, ele teve que aceitar algumas imposições, entre elas a de não fazer mais parte da oposição. A partir de agora ele é situação e não se fala mais nisso.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

FUTEBOL

O campeonato sanjoanense de futebol começa nesta sexta-feira, dia primeiro de julho de 2011, com o jogo entre o Açu e Santos de Atafona. A rodada vai ser realizada no estádio municipal, no centro da cidade. A partir das 19 horas os juniores das duas equipes se enfrentam, a partir das 21 os times principais.
     É bom ressaltar que o Açu é o estreante do campeonato, participa pela primeira da competição. A equipe do quinto distrito fez um grande investimento para ter um time competitivo no campeonato, foi buscar por exemplo Leo do Açu e Tatagiba no Espírito Santo, o que custou caro para o time do interior. A diretoria foi obrigada a desembolsar nada mais nada menos que mil reais para ter os dois atletas defendo o clube no campeonato sanjoanense.
          O alto preço foi cobrado pela federação do Espírito Santo por conta da transferência dos dois jogadores para o Rio de Janeiro. A desculpa dos capixabas pela cobrança exorbitante foi que o Açu pediu também a transferência de categoria, os dois agora não são mais atletas profissionais e voltaram a ser amadores. Que dificuldade para uma agremiação simples conseguir disputar um campeonato! Não se questiona a cobrança, porque pessoas vão trabalhar na federação para fazer esse trabalho, mas questiona-se o valor alto cobrado.
          Agora fica explicado porque o futebol é essa instituição tão reacionária e tradicionalista como é, entende-se com situações como essa porque dirigentes como Ricardo Teixeira, presidente da CBF, quando assumem um cargo não querem sair nunca mais. O João Havelange que o diga que ficou muito tempo a frente da FIFA, e só saiu quando quis.
          Aqui mesmo perto de nós, na nossa Campos Formosa, Intrépida temos o presidente do Americano que está há vários anos a frente do clube e não quer sair de forma alguma. A última eleição ele perdeu, mas entrou na justiça para ter o direito de assumir por mais um mandato.
          Todos reclamam de campeonatos deficitários, falta de público nos estádios, dívidas dos clubes, desorganização das competições, mas ninguém que entra para o seleto grupo dos dirigentes do futebol quer sair mais. O sonho dessa gente é se perpetuar no poder, mesmo que o time que dizem ser do coração esteja em péssima situação, eles não saem.

terça-feira, 21 de junho de 2011

DECRETO

A PREFEITA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, no uso de suas atribuições legais, nos termos do Art. 73, IX da Lei Orgânica do Município de Campos dos Goytacazes CONSIDERANDO o disposto na Lei Municipal 5.247/91, a qual dispõe sobre o Estatuto do Servidor Público Municipal.
CONSIDERANDO a necessidade de estabelecer critérios para a concessão de licença aos servidores vinculados ao Município de Campos dos Goytacazes;
D E C R E T A:
Art. 1º - A licença para tratamento de saúde em prazo superior a 60 (sessenta) dias será precedida de inspeção realizada por junta médica oficial, salvo casos de licença maternidade.
Parágrafo único - O servidor que se encontrar em licença médica e estiver na hipótese de ultrapassar o prazo acima definido, deverá diligenciar, com 15 (quinze) dias de antecedência, agendamento para ocorrência da referida inspeção, sob pena de suspensão da licença.
Art. 2º - O servidor que estiver em licença, pelo prazo superior a 120 (cento e vinte) dias, terá suspenso o auxílio alimentação, vale transporte, bem como perderá direito à respectiva lotação, salvo casos de licença maternidade.
Parágrafo único - Para contagem do prazo acima descrito, levar-se-á em conta os dias de licença, contínuos ou não, no período de 1 (um) ano.
Art. 3º - Requerida licença por funcionário em estágio probatório, o prazo para contagem deste restará suspenso.
Art. 4º - Fica autorizada a chefia imediata a abonar 5 (cinco) dias de ausência do funcionário, dentro do período de 180 (cento e oitenta) dias
Art. 5º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação revogando as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, 10 de junho de 2011.
Rosinha Garotinho Prefeita
Id: 1147081

    Mais uma medida para atrapalhar a vida do servidor público municipal da nossa Campos Formosa, Intrépida. Funcionário da prefeitura de Campos agora que precisar de licença médica vai ter que se submeter a esse decreto que veio só para prejudicar, como na verdade tudo que esse desgoverno faz.
   Entre as covardias do famigerado decreto tem uma que vale destacar. O artigo 2º determina que o auxílio alimentação será perdido se o servidor ultrapassar os 120 dias de licença. A prefeitura de Campos com os seus quase 2 bilhões de orçamento por ano não precisa prejudicar tanto um funcionário que já se encontra em situação difícil por uma enfermidade. Se fosse um governo que tivesse a preocupação em tratar bem o servidor não tomaria uma medida tão desagradável. O funcionário com uma licença com mais de 120 dias deve estar passando por um problema muito sério de saúde e o auxílio alimentação ajudaria no orçamento.
     Outra palhaçada está no artigo 4º que diz que o chefe imediato vai poder abonar faltas de até cinco dias dentro de um período de 180 dos seus subordinados. Ótimo! Se o subordinado for amigo do chefe e for um funcionário “bonzinho” daqueles puxa saco mesmo, aqueles que são capazes de tudo pra ganhar uma função gratificada, eles deitam no chão pro chefe passar por cima, o popular capachão, nunca proferem palavras contra o governo ou contra o chefe. Quando comentam alguma situação ruim sobre o chefe ou o governo e alguém se mostra interessado em saber mais sobre o assunto, eles logo desconversam e mudam a conversa. Duvido que esses “baba ovo” terão alguma dificuldade para ter faltas abonadas pelo chefe imediato na verdade eles são muito difícil de faltar, têm medo de perder a função, até de férias eles vêm participara de festa do setor porque têm medo de perder a “boquinha”. Aqueles outros que falam o que querem, não têm função gratificada ou cargo de confiança, se vêem alguma situação que não lhes agradam eles saem logo botando a boca no mundo. Ah! Esses até com o atestado do médico na mão vão ter problemas.
   Ano que vem esses funcionários que tanto sofrem terão a oportunidade de dizer se querem continuar sofrendo ou se querem mudar dizendo um não à despreparada prefeita e ao grupo político ao qual ela pertence. Os votos dos funcionários públicos somados aos dos familiares, e a oposição que cresce a cada dia muito provavelmente dará para interromper a escalada do poder da família da prefeita.
    Em conversa com uma professora sofredora da prefeitura de Campos, comentei com ela a respeito desse decreto nojento. Muito submissa, ela disse que o decreto foi assinado porque a situação estava insuportável com tantas licenças médicas. Minha resposta naturalmente foi que a despreparada prefeita deveria tentar descobrir o motivo pelo qual os funcionários estavam dando tanto atestado. Ela não tentou com certeza pelo medo de descobrir esse motivo que é sem dúvida a insatisfação do servidor público da nossa Campos Formosa, Intrépida com o desgoverno dela que já foi eleito numa enquête da rádio 97FM como o pior que Campos teve até hoje.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

EU SOU CONCURSADO

   Eu sou concursado e eu sou nomeado. Essas são as frases que mais o telespectador ouve quando aparece cenas da novela Morde e Assopra que envolvem o sargento Xavier (Anderson di Rizzi), o escrivão Herculano (Márcio Tadeu) e a “Maria Jão”(sic) - Jurema Reis. Pronunciar a frase não seria nada demais afinal eles são mesmo concursados e nomeados.
     O problema são as figuras, os personagens. Os atores – orientados pelos diretores ou autores – caricaturaram um funcionário público que não existe, são as coisas mais toscas que já apareceram nas novelas da Globo. O escrivão Herculano foi nomeado por um primo que virou deputado federal e conseguiu a nomeação pra ele, uma nomeação que só foi confirmada porque Herculano havia feito um curso superior por correspondência.
         A Maria Jão é funcionária pública municipal e se borra de medo de perder o emprego dela na prefeitura. O prefeito corrupto e a primeira dama, mais corrupta ainda – um casal que me lembra um outro casal - já começaram a caçá-la por causa de denúncias que ela fez a respeito das mutretas da primeira dama. Tosca, muito tosca também.
       E pra fechar, o sargento Xavier, que vive numa disputa com o escrivão. Quando recebe alguma ordem de Herculano, Xavier diz que não vai cumprir porque é concursado e o escrivão diz que o sargento tem que obedecer porque ele que está dando a ordem é nomeado. E assim eles ficam nesse jogo de poder, um desafiando o outro.
      E no meio dessa palhaçada quem perde é o funcionário público que na maioria das vezes come o pão que o diabo amassou na mão de governantes pilantras que massacram o servidor. Não me deixa mentir a prefeitura de Campos que está tratando funcionário igual a um cão sarnento. O lema dessa gente é “se eu posso prejudicar, por que é que vou ajudar”.
     Seria muito bacana por parte da emissora que exibe esses lixos dessas novelas, e em especial a Morde e Assopra, se ela desse uma trégua e melhorasse seu trato com o funcionário público via Maria Jão, Xavier e Herculano. Invente um curso para os três fazerem, comece a melhorar a imagem dos três, afinal o funcionário público do Brasil não pode ser retratado daquela forma.

terça-feira, 14 de junho de 2011

COVARDIA

video
     Videozinho de um vereador covarde batendo numa repórter. Espero que a colega tenha processado esse infame. Nem sei o desfecho da história mas ele podia ter tentado fazer isso com um homem, mulher fica mais fácil.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

7%

     Continua o jogo de empurra na câmara de vereadores de São João da Barra para votação do aumento de sete por cento dos servidores públicos do município – servidores públicos ou “contracheque” como somos pejorativamente chamados por alguns falsos sanjoanenses. A oposição se diz disposta a votar, mas a situação diz que só vota depois que for votada a suplementação de 51 milhões pedida pela prefeita. E nessa luta do rochedo contra a maré quem leva a pior são os caranguejinhos que não têm nada a ver com isso.
         Ano que vem tem eleição aí eles vêm com a cara mais lavada do mundo pedir o voto dos servidores. Só que alguns servidores têm a memória boa e vão se lembrar desse episódio do jogo de empurra para essa votação. E como servidor não depende de esmola de político nenhum, eles querem o que lhes é de direito – talvez seja por isso que a ironia reina quando os falsos sanjoanenses se referem aos funcionários que fizeram concursos para trabalhar na prefeitura – eles vão ter que estar com um discurso bem criativo para conquistar o voto do servidor.
         Nesta quinta-feira, dia nove de junho tem sessão da câmara e seria muito bom se esse aumento fosse votado hoje independentemente de suplementação. Espera-se que o bom senso seja usado e os sete por cento enfim saiam do papel e entrem para a folha de pagamento do servidor que já fez até as contas de quanto vai ganhar com o aumento.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O FIEL DEFENSOR

      Estou gostando de ver o zelo que o deputado marido da prefeita de Campos está dedicando à causa do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Ele e a filhinha mimada estão se esforçando pra melhorem o piso salarial da corporação. Um pouco paradoxal essa postura uma vez que ele e a mulher foram desgovernadores do Estado e nada fizeram para melhorar a vida do funcionário público do Rio de Janeiro. A política da época dos dois, como sempre foi e está sendo na prefeitura da nossa Campos Formosa, Intrépida com ela, é a do pé no pescoço do funcionário.
         Ele e a filha, como deputados que são, têm obrigação de saber que bombeiros militares e policiais militares – são militares e trabalham regidos por regulamentos militares – e como tal não têm direito de fazer qualquer tipo de manifestação, nem se sindicalizar eles podem! A solução para os insatisfeitos é pedir baixa e irem trabalhar em outro setor. Enquanto essas instituições forem militares os componentes que participam de qualquer manifestação são passíveis de punição e o governador está certo em agir como está agindo.
         Uma boa briga para os nobres deputados seria desmilitarizar as duas forças auxiliares, aí sim a conversa é outra. Mas acredito que essa não é muito a praia dos dois, eles preferem agitar, criar factóides, confusão. Fazem valer aquela frase muito antiga em política colocada sempre em prática pela oposição do “quanto pior melhor”. A meninha mimada podia fazer uma proposição na Alerj nesse sentido e o papai bonzinho podia trabalhar essa desmilitarização no congresso nacional.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

TIROS

No mínimo curioso esse suposto atentado sofrido pelo marido da prefeita da nossa Campos Formosa Intrépida lá em Cabo Frio. O camarada é alvo de tiros, dizendo ele, num município a 200km de Campos, aí ele vem de lá percorre todo esse trajeto, chega a Campos chama a imprensa pra dizer que sofreu um atentado e tenta fazer uma ocorrência.
         Ele como deputado federal era só dar um telefonema que a polícia federal ia na hora atendê-lo, e polícia federal de uma delegacia próxima de onde foi a ocorrência. Vir pra Campos pra fazer alarde de que foi vítima de atentado, não tem cabimento. O que ele queria, ele conseguiu, que foi chamar a atenção – e nisso ele é mestre.
         Se a polícia tiver mesmo interesse desvenda tudo a respeito do suposto atentado. Com a tecnologia que se tem hoje dá pra saber a que distância estava o atirador, a que velocidade estava o carro. A investigação vai desvendar esse grande mistério desse “atentado” contra essa pessoa.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

PEDRO, ALBERTO E ALUIZIO

        Esses são os nomes das próximas vítimas do marido da prefeita da nossa Campos Formosa Intrépida: Pedrinho Cherene, Alberto Dauaire Filho ou simplesmente Betinho Dauaire e Aluzio dos Santos Junior ou, como ele é mais conhecido, Dr. Aluízio respectivamente os candidatos com grandes chances de se elegerem prefeitos em São Francisco de Itabapoana, São João da Barra e Macaé. São a bola da vez para terem suas carreiras políticas destruídas se se filiarem ao Partido Republicano e acreditarem que serão os candidatos do deputado federal a prefeitos de São João da Barra e São Francisco de Itabapoana.
         No caso do Dr. Aluízio a questão é o apoio que pode receber do deputado para as eleições municipais. Se o eleitor macaense descobrir que o médico está recebendo apoio do deputado campista, toda a sua carreira política – diga-se de passagem, brilhante até agora – irá por água abaixo. A história não me deixa mentir pois foi o que aconteceu com a deputada Miriam Reid que se elegeu vereadora e deputada por Macaé, logo que começou a se apresentar no município ao lado do marido da prefeita de Campos ela começou a ter altos índices de rejeição até chegar ao ponto de não se eleger mais para nada em Macaé.
         O médico macaense tem tudo para ser o futuro prefeito, ele foi eleito deputado federal com mais de 95 mil votos, só em Macaé foram mais de 54 mil, batendo o irmão de Riverton que ficou com pouco mais de 18 mil. Ele não precisa em hipótese alguma de apoio do marido da prefeita de Campos, os companheiro dele do Partido Verde e ele próprio precisam ficar alerta com relação ao fato de que em Macaé esse apoio surte efeitos nefastos. Digam não apenas isso, se não derem essa resposta correm o risco de terem sérios problemas já na próxima eleição.
         Em São Francisco de Itabapoana o herdeiro do trono, Pedrinho Cherene, parece que tem uma estratégia melhor. Ele vai levando o marido da prefeita de Campos na conversa até a data limite para as filiações partidárias visando às eleições de 2012. Quando chegar a esse limite ele não vai se filiar ao PR. Ele sabe, como todos sabem, que o candidato a prefeito de SFI que será indicado pelo deputado não será ele, e sim, aquele que foi o primeiro prefeito do então recém criado município. Filiando-se ao PR, Pedrinho terá que se contentar em ser no máximo vice dessa pessoa que já foi prefeito. Isto posto ele segue no PV e vai como se diz na gíria, “empurrando com a barriga”, sabendo é claro que vai ter que agüentar muita perseguição se eleito for.
         De Betinho Dauire todos esperam que ele também não irá se filiar a PR coisa nenhuma. No momento ele apenas usa a rádio litoral – que todos querem saber quem é o verdadeiro dono dela. Betinho se aproveita também da fúria que o deputado desenvolveu em relação à prefeita Carla Machado. O marido da prefeita de Campos não consegue perdoar Carla por ter o deixado e ficado ao lado do governador Sérgio Cabral. Betinho com certeza vai fazer o mesmo que Pedrinho Cherene e vai enrolar e enrolar e não vai para o PR.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Depoimento da professora Amanda Gurgel

          Vi a professora Amanda Gurgel no programa do Faustão no último domingo, dia 22 de maio, e me amarrei na figura, dêem só uma olhada na fala dela para os deputados estaduais do Rio Grande do Norte. Ela demonstrou ser alguém apaixonada pela Educação e sofre com o que fazem com a Educação no Brasil.

ALGUNS SITES

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u78060.shtml




http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI984255-EI6652,00.html



http://www.consciencia.net/2005/1006-rosinha.html



http://veja.abril.com.br/120400/p_052.html



http://veja.abril.com.br/030506/p_044.html

          Esses são alguns endereços que mostram algumas situações relacionada à família que está comando - infelizmente - na nossa Campos Formosa, Intrépida.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Rosinha Garotinho é incluída em processo que investiga improbidade administrativa

          Rio - A ex-governadora e atual prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, voltou a ser denunciada por improbidade administrativa. A ação foi ajuizada em abril do ano passado, mas Rosinha havia sido excluída porque exercia o cargo de governadora na ocasião dos fatos e, por isso, sua denúncia deveria ser enquadrada como crime de responsabilidade e ela deveria ser julgada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
          A ação aponta Rosinha e mais nove réus, entre pessoas físicas e empresas, como suspeitos de cometer improbidade administrativa decorrente de uma operação ilegal em que o devedor doou bens imóveis para a extinção de dívidas relativas ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). O Ministério Público pedia como pena o ressarcimeento dos prejuízos causados aos cofres públicos.
          A inclusão de Rosinha como réu foi um pedido do MP do Rio que entende que o STJ deve julgar crimes comuns cometidos por governadores e não práticas de responsabilidade. Segundo a promotora Gláucia Santana, que incluiu a ex-governadora no processo, "não há como se confundir os atos de improbidade com os crimes de responsabilidade, a que estão sujeitos certos agentes políticos do Estado, que possuem natureza diversa e tutelam bens jurídicos distintos", afirmou.

A fonte é o jornal O Dia, veja o link abaixo.

Mônica Iozzi atrás da declaração de bens dos políticos


          O deputado federal marido da prefeita da nossa Campos Formosa Intrépida está nessa entrevista. Observem que quando a repórter pergunta se ele juraria que o patrimônio dele é de apenas 80 mil reais ele cita a Bíblia dizendo que não se deve jurar. Mas a Bíblia fala que se o juramento for baseado em uma verdade não há problema em fazer o juramento. Se é mesmo verdade que ele só tem um patrimônio de 80 mil reais ele poderia ter jurado sem nenhum problema. Em lugar disso deu a palavra, que pra ele vale muito.

SINDICATOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SÃO JOÃO DA BARRA


            O sindicato dos servidores públicos municipais de São João da Barra na verdade não serve pra nada. Nunca ouvi dizer que essa entidade estivesse buscando algum tipo de melhoria para o funcionário público municipal. Há alguns anos ele “desorganizou” uma manifestação de servidores em frente a prefeitura, na verdade de servidor só tinha o Vítor que cismou de falar no microfone e depois ganhou de presente a perda da bolsa de estudante que ele tinha pra fazer faculdade. Na manifestação falou Cristina Gama, que não é funcionária da prefeitura, falou Thiago, um aventureiro que dias antes chamou os servidores de prostitutas. Funcionário mesmo foi figura rara na manifestação.
            O déspota do Dudu está no poder há vários anos bem ao estilo do Hosni Mubarak, do Muammar Abu Minyar al-Gaddafi e do Bashar Assad, sem a inteligência deles, é claro. Só pra se ter uma idéia, eu estou na prefeitura desde abril de 2002, quando eu cheguei ele já era presidente. Em 2005 quando os concursados que entraram em 2002 iriam completar o estágio probatório e estariam aptos a concorrerem nas eleições do sindicato, o vitalício presidente tratou de antecipar as eleições de maneira que esses concursados não pudessem concorrer, pois estariam ainda em estágio probatório. A jogada do inseguro presidente foi porque ele estava sabendo da intenção de alguns de se candidatarem, como foi o caso da professora Diana.
            Eu defendo a tese de que a inutilidade do sindicato advém do fato do presidente perder muito tempo apoiando esse ou aquele candidato a prefeito. Ele realmente não tem tempo, fica o tempo todo em programa de rádio falando mal de políticos e esquece de fazer proposições que venham ao encontro da causa do servidor. Nossa data base passa todo ano e ninguém fica sabendo – porque na verdade não tem mesmo – que o sindicato buscou entendimento para obter um maior percentual de aumento para o servidor. O cartão alimentação já podia ter o valor reajustado pelo menos pra uns 250 reais, o servidor podia ter um plano de saúde com direito a internação em quarto particular, consultas de todo tipo, mas para tanta discussão precisaríamos de um sindicato atuante, e isso nós servidores não temos. Os funcionários estão órfãos, acéfalos para essas questões.
            As eleições do sindicato são feitas na calada, os editais são publicados em dias que ninguém vai ler mesmo. Um grupo pequeno chega lá e reelege o déspota que não sai do poder de jeito nenhum. Precisamos de eleições limpas no sindicato, de forma que dê condições a todos de se candidatar, de votar e ser votado. Eu mesmo tentei me filiar várias vezes, quando chegava na sede do sindicato nunca tinha a ficha de filiação.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

          Passo quase todo dia em frente ao hipódromo Linneo de Paula Machado – mais conhecido como Jockey Club de Campos. Fico triste em ver o local em completo estado de abandono, com muito mato tomando conta das dependências e o prédio precisando de reformas urgentes. Inaugurado em 1957 com a presença dos mais importantes políticos da época, o hipódromo sempre foi um dos mais importantes Jockeys do Brasil.
           Não gosto de ver aquele local do jeito que está, apesar de nunca ter nem entrado lá ou mesmo feito apostas nas corridas outrora disputadas, sempre me lembro do meu falecido pai falando que ele havia trabalhado na construção dos muros do hipódromo.
         As autoridades incompetentes da nossa Campos Formosa Intrépida poderiam ter alguma idéia para salvar o jockey. A despreparada prefeita foi lá pra dentro de Morro do Coco e desapropriou o hotel Pedra Lisa pela bagatela de – absurdo – 5 milhões de reais. Ela não precisaria desapropriar o jockey mas, quem sabe desenvolver algum projeto na área de equitação para deficientes mentais, usar as dependências para a prática esportiva. No passado algumas agremiações usavam o local para fazer seus treinamentos. Algo precisa ser feito para não deixar acabar com o Jockey Club de Campos.

EM TEMPO: Quando coloquei o post ainda não sabia que o jockey já tinha sido arrematado em um leilão por 7 empresários campistas, pelo valor de R$ 4.550.000,00, que venceram uma disputa com a MRV.
UMA PENA! Agora a área deve servir para empreendimentos imobiliários.